Metais preciosos sob fogo: ouro ultrapassa US$ 4.100 em onda de otimismo
O ouro atingiu um nível recorde, ultrapassando os US$ 4.100 por onça pela primeira vez, impulsionado pela combinação de tensão comercial internacional e expectativas de corte de juros nos Estados Unidos.
Investidores têm buscado o metal como refúgio diante de cenário de incertezas nas relações econômicas globais — guerras tarifárias, desaceleração econômica e possíveis reajustes monetários pesam nas decisões do mercado.
A teoria por trás desse movimento é que taxas de juros mais baixas tornam menos atrativos os ativos de rendimento fixo, o que favorece ativos que não pagam dividendos — como o ouro — já que o custo de oportunidade diminui.
Analistas também destacam que o apelo ao ouro cresceu entre investidores que desejam proteção em carteiras, especialmente em momentos de volatilidade nos mercados acionários e de câmbio.
O ouro atingiu um nível recorde, ultrapassando os US$ 4.100 por onça pela primeira vez, impulsionado pela combinação de tensão comercial internacional e expectativas de corte de juros nos Estados Unidos.
Investidores têm buscado o metal como refúgio diante de cenário de incertezas nas relações econômicas globais — guerras tarifárias, desaceleração econômica e possíveis reajustes monetários pesam nas decisões do mercado.
A teoria por trás desse movimento é que taxas de juros mais baixas tornam menos atrativos os ativos de rendimento fixo, o que favorece ativos que não pagam dividendos — como o ouro — já que o custo de oportunidade diminui.
Analistas também destacam que o apelo ao ouro cresceu entre investidores que desejam proteção em carteiras, especialmente em momentos de volatilidade nos mercados acionários e de câmbio.