🌍 Pense Global, Aja Local: A Bahia na COP30.
Essa máxima nunca foi tão relevante.
Ao acompanhar os desdobramentos da COP30, o que mais me chamou a atenção não foram apenas os compromissos entre nações, mas a ação de protagonistas que atuam na Bahia :
Grupo Marca; Isabela Suarez; Salvador Ribeiro e Georges Humbert.
Diariamente, observo a dinâmica de projetos de economia verde, transição energética, bioeconomia e desenvolvimento urbano sustentável, e percebo que o sucesso global está intrinsecamente ligado ao sucesso local.
Para navegar na complexidade dessa intersecção entre o global e o regional, estou buscando uma formação de ponta: o MBA em Direito e Sustentabilidade no IBRADES (Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade). Este curso me oferece as ferramentas para entender o papel de líderes que vou citar agora.
🇧🇷 O Protagonismo de Georges Humbert e a Estratégia do IBRADES
Minha escolha pelo IBRADES se deu, em grande parte, pela oportunidade de ter como mestre Georges Humbert, presidente da instituição. Sua voz foi uma das mais importantes no debate nacional pós-COP.
Na conferência, Humbert reforçou a tese de que o Brasil deve assumir um protagonismo real na governança climática, mas com uma ressalva crucial: o desafio é transformar a retórica diplomática em ações estruturadas. Segundo ele, essa transformação só se materializa quando estados e municípios — como os da Bahia — entram na linha de frente, utilizando o Direito como ferramenta para a execução.
Georges considera a Bahia como Laboratório de Sustentabilidade.
Com sua vasta costa, rica biodiversidade e desafios urbanos, é o laboratório ideal para aplicar esse conhecimento. As soluções climáticas, quando nascem do território e da economia real, ganham uma força inquestionável.
Essa visão foi confirmada também ao interagir com outras lideranças ativas no cenário da COP30:
Salvador Ribeiro e o Turismo Carbono Zero:
Sua proposta de combinar geração de renda, conservação e certificação de baixo carbono é um exemplo de como uma ideia local (o “agir local”) pode se tornar um modelo replicável nacionalmente, desde que haja um suporte legal e institucional para dar escala.
Grupo Marca e a Economia Circular:
O foco na gestão de resíduos sólidos e na geração de biometano mostra como o que era visto como “problema” (o lixo) pode ser transformado em um ativo de desenvolvimento econômico e energético. Essa transição exige não apenas tecnologia, mas regulamentação que incentive a economia circular.
Isabela Suarez e a Agenda Urbana:
Sua defesa de que os maiores desafios climáticos estão nas cidades — e não apenas na floresta — direciona o olhar para a mobilidade, saneamento e ocupação urbana. É nos Planos Diretores e nas legislações urbanísticas que a transição climática se torna de fato transformadora.
Na sua opinião, qual dos temas (transição energética, mobilidade urbana, gestão de resíduos ou bioeconomia) exige a atenção mais urgente da legislação baiana neste momento pós-COP30?
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