As bebidas destiladas, como vodca, gin e cachaça, são as mais propensas à adulteração com metanol — isso se dá por fatores técnicos de produção e motivação financeira. Já na cerveja, a presença de metanol é mínima. Isso porque a produção da cerveja depende de fermentação natural de pectina, o que gera apenas quantidades ínfimas da substância.
Para identificação, pesquisadores usam testes colorimétricos, que causam mudança de cor na presença de metanol. Métodos cromatográficos são mais sofisticados e precisos, mas também mais demorados.
Na prática de consumo, fique atento a preços muito baixos, embalagens amassadas, lacres rompidos ou adulterados — esses são indícios de risco.
Em relação às embalagens, garrafas podem ser mais vulneráveis à falsificação, enquanto latas exigem processo de fechamento mais sofisticado, o que dificulta adulterações.
E nunca confunda: teste caseiro não substitui método científico seguro — em caso de suspeita, descarte e denuncie.