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Bancada do Cacau

A defesa da cacauicultura voltou ao centro do debate nacional graças à atuação firme de parlamentares progressistas e aliados do Governo da Bahia; quebrando o paradigma que o setor era dominado por coronéis da direita. Nesse novo tempo; o deputado Zé Neto (PT) tem sido uma das vozes mais consistentes na proteção do setor. Autor […]

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A defesa da cacauicultura voltou ao centro do debate nacional graças à atuação firme de parlamentares progressistas e aliados do Governo da Bahia; quebrando o paradigma que o setor era dominado por coronéis da direita.

Nesse novo tempo; o deputado Zé Neto (PT) tem sido uma das vozes mais consistentes na proteção do setor. Autor do PDL 330/2022, ele propôs a anulação da IN 125/2021, criada no governo Bolsonaro, que abriu brechas para a importação de cacau sem controle fitossanitário — um risco direto à sanidade vegetal e à sobrevivência das lavouras brasileiras.

Durante a gestão Bolsonaro, o setor enfrentou abandono institucional: a CEPLAC ficou sem investimentos, não houve avanço na integração com a Embrapa, e o governo federal ignorou o endividamento histórico dos produtores junto ao Banco do Brasil — um problema que continua impactando milhares de famílias da região cacaueira.

Nesse contexto, parlamentares progressistas e da base do Governo da Bahia têm liderado a reconstrução das políticas públicas para o cacau.

Entre os nomes mais ativos estão:Lídice da Mata (PSB) – defensora histórica da CEPLAC e da revitalização da cadeia produtiva;Félix Mendonça Júnior (PDT) – articulador de pautas ligadas à modernização da lavoura e à inovação tecnológica;Ângelo Coronel (PSD) – autor do PL 4107/2019, que fortalece a Política Nacional de Incentivo à Produção de Cacau de Qualidade.

Na Bahia, o deputado Rosemberg Pinto (PT) tem ampliado o diálogo com lideranças da cadeia produtiva, fortalecendo a integração entre governo, produtores e instituições do setor.

Outro nome fundamental para essa agenda é o ex-deputado Davidson Magalhães (PCdoB), autor do PL 2799/2015, que proíbe contratos públicos com empresas envolvidas em trabalho degradante — uma iniciativa que reforça o compromisso ético e sustentável da cacauicultura.

A atuação conjunta dessas lideranças aponta para um novo ciclo de proteção, investimento e fortalecimento da produção de cacau no Brasil, especialmente na Bahia, onde a cultura é símbolo econômico, social e ambiental.

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