O Sistema Único de Saúde (SUS) adotou oficialmente o CPF como número único de identificação dos usuários, substituindo o antigo Cartão Nacional de Saúde (CNS). A mudança tem como objetivo simplificar o acesso aos serviços de saúde, integrar bases de dados e reduzir inconsistências cadastrais em todo o país.
Com a unificação, o CPF passa a ser a principal chave para consultas presenciais, teleconsultas, exames, internações, vacinação e emissão de documentos, como receitas e atestados. Na prática, o cidadão não precisa mais informar diferentes números para ser atendido na rede pública, tornando o processo mais rápido e seguro.
A nova identificação também fortalece a saúde digital, permitindo melhor integração entre prontuários eletrônicos, aplicativos oficiais do SUS e plataformas de telemedicina. Estados e municípios seguem responsáveis pela adaptação dos sistemas locais, mas o atendimento já pode ser realizado informando apenas o CPF.
Segundo o governo federal, a medida melhora a qualidade das informações em saúde, evita duplicidade de cadastros e amplia a rastreabilidade do histórico do paciente, garantindo mais eficiência e continuidade no cuidado em todo o território nacional.