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Governo anuncia investimento de R$ 4,8 bilhões em inteligência artificial e hospitais inteligentes no SUS

Governo investe R$ 4,8 bilhões em inteligência artificial para criar hospitais inteligentes, modernizar o SUS e ampliar acesso à saúde.

O governo federal anunciou um plano ambicioso para modernizar e transformar o Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da tecnologia, com um investimento total de R$ 4,8 bilhões destinado à criação de uma Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes que utilizará inteligência artificial, telemedicina, 5G e sistemas digitais avançados para agilizar e qualificar o atendimento à população.

A iniciativa foi anunciada em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Parte dos recursos, cerca de R$ 1,7 bilhão, foi assegurada por meio de contrato com o Novo Banco de Desenvolvimento, ligado ao BRICS, para a construção do primeiro hospital inteligente público do Brasil, o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente, que funcionará no Complexo do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

O que são hospitais inteligentes e como a IA será usada

Hospitais inteligentes combinam infraestrutura de ponta com tecnologias digitais avançadas, como inteligência artificial para apoio à decisão clínica, sistemas integrados de informação, telemedicina para conectar especialistas e equipamentos conectados via redes de alta velocidade. Esses recursos prometem agilizar diagnósticos, reduzir filas e melhorar a eficiência dos serviços, inclusive em situações de emergência e unidades de terapia intensiva.

Segundo especialistas e gestores, o uso de inteligência artificial poderá reduzir significativamente o tempo de espera por atendimento, agilizando desde a triagem até o encaminhamento de pacientes e a definição de tratamentos com mais precisão e segurança.

Rede nacional com UTIs inteligentes

Além do hospital em São Paulo, o programa prevê a implantação de 14 UTIs inteligentes em hospitais públicos de 13 estados nas cinco regiões do país, entre eles Manaus, Belém, Salvador, Fortaleza, Recife, Brasília e outras capitais. Essas UTIs funcionarão de forma interligada, trocando dados e conhecimento por meio de sistemas digitais conectados a um centro nacional de pesquisa e inovação.

Em Salvador, o Hospital Geral Roberto Santos foi confirmado como uma das unidades que receberá uma UTI inteligente, integrando essa rede digital avançada com monitoramento contínuo e suporte de inteligência artificial para apoio às decisões clínicas.

Impactos esperados para o SUS

O projeto é apresentado pelo governo como um salto de inovação para o SUS, com potencial para ampliar o acesso a atendimento especializado e reduzir diferenças regionais na qualidade dos serviços públicos de saúde. A rede inteligente não apenas moderniza estruturas físicas, mas também cria uma base tecnológica capaz de produzir dados, pesquisas e melhores práticas que poderão ser compartilhadas em todo o país.

Segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é que os primeiros serviços entrem em operação ainda neste ano, com o hospital inteligente e as UTIs funcionando na rede pública, beneficiando milhares de pacientes com atendimento mais rápido, conectado e baseado em tecnologia de ponta.

Visão do governo

O presidente Lula e o ministro Alexandre Padilha destacaram que o investimento em tecnologia e inovação no SUS busca garantir que os avanços cheguem também às populações mais vulneráveis, democratizando o acesso à saúde de qualidade por meio de ferramentas modernas.

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