O governo confirmou que o salário mínimo será de R$ 1.621 em 2026, com vigência a partir de 1º de janeiro. O valor faz parte da política de valorização do mínimo, que combina inflação do ano anterior e crescimento real da economia. A decisão já estava prevista nas projeções econômicas e agora foi reafirmada como base para o orçamento do próximo ano.
O reajuste segue a fórmula que calcula o aumento com base no INPC acumulado e, adicionalmente, no resultado do PIB de dois anos antes. Essa metodologia busca preservar o poder de compra dos trabalhadores e garantir ganhos reais sempre que a economia cresce. Para 2026, o governo considerou a inflação mais recente e os indicadores de atividade econômica, que apontaram margem suficiente para um aumento moderado, mas consistente.
O novo valor impacta diretamente mais de 60 milhões de brasileiros, incluindo trabalhadores formais, aposentados, pensionistas, beneficiários do BPC e pessoas que recebem seguro-desemprego. Com o salário mínimo de R$ 1.621, também haverá ajustes automáticos em pisos de benefícios, contribuições e parâmetros de programas sociais. O governo avalia que o reajuste contribui para movimentar a economia, elevando o consumo das famílias e mantendo o equilíbrio fiscal dentro das regras vigentes.