A nova política da LATAM, que limita o uso do banheiro dianteiro apenas aos passageiros das primeiras fileiras, geralmente assentos premium, provocou uma forte repercussão negativa entre viajantes, especialistas e internautas. A medida, segundo a companhia, buscaria melhorar o fluxo dentro da cabine e oferecer mais “conforto e organização”, mas o público reagiu de forma imediata e intensa.
😡 Reações dos passageiros
Assim que a regra começou a ser aplicada, diversos passageiros relataram situações de desconforto:
• Constrangimento: muitos disseram ter sido orientados por comissários a retornar para a parte traseira do avião ao tentar usar o banheiro dianteiro.
• Sensação de exclusão: a ideia de um “banheiro VIP” foi apontada como exagerada e até humilhante para alguns viajantes da classe econômica.
• Incomodidade prática: passageiros em voos longos reclamaram da necessidade de caminhar até o fundo do avião mesmo quando estavam sentados mais à frente.
Nas redes sociais, a expressão “banheiro premium” viralizou, acompanhada de críticas irônicas e ameaças de boicote à companhia.
💬 Críticas mais frequentes
Especialistas e usuários levantaram vários pontos contrários à decisão:
◼ 1. Elitização de um serviço básico
A crítica mais repetida foi a de que o banheiro é um recurso essencial e não deveria ser limitado com base no valor pago pelo assento. Para muitos, isso cria uma divisão exagerada e desnecessária dentro da aeronave.
◼ 2. Risco de filas e desconforto
Com passageiros da economia usando apenas os banheiros traseiros, a tendência é que eles fiquem sobrecarregados, principalmente em voos cheios. Isso pode causar:
• filas longas,
• demora,
• mais aglomeração no fundo da aeronave.
◼ 3. Complicações em situações de saúde
Idosos, crianças, pessoas com mobilidade reduzida ou necessidades médicas podem ter ainda mais dificuldade ao serem obrigados a se deslocar até o fundo do avião.
◼ 4. Questionamentos sobre segurança
Em situações de turbulência, o deslocamento de passageiros pela cabine pode aumentar riscos. Forçar viagens longas dentro do avião apenas para alcançar os banheiros traseiros foi considerado inadequado por especialistas.
◼ 5. Desconforto para os comissários
Tripulantes relataram, de forma informal, que a regra aumenta conflitos a bordo, já que eles são os responsáveis por barrar o uso do banheiro dianteiro e acabam lidando com passageiros irritados.
📌 Clima geral da polêmica
A repercussão se espalhou rapidamente, com postagens viralizando e milhares de comentários criticando a companhia. Alguns consumidores afirmaram que repensariam futuras viagens pela LATAM caso a regra continue. Outros pediram que órgãos de defesa do consumidor avaliem a prática.
Até o momento, a LATAM mantém a justificativa de organização e conforto dos assentos premium, mas não descartou revisar ou ajustar a regra diante da repercussão negativa.