Um estudo recente divulgado pela Forbes revelou que, em ambientes corporativos e reuniões de equipe, quem fala primeiro tende a influenciar mais o grupo.
A pesquisa, conduzida por universidades americanas como Yale e Wharton, explica que o comportamento inicial define o tom emocional e racional das decisões seguintes.
De acordo com os pesquisadores, o cérebro humano busca referências rápidas de segurança. Assim, a primeira pessoa a se manifestar é percebida como mais preparada e confiável, mesmo sem que o conteúdo de sua fala seja superior.
O estudo ressalta, porém, que esse efeito não garante acerto. Quem fala cedo demais, sem preparo ou escuta, pode gerar resistência. A comunicação eficaz depende do equilíbrio entre assertividade e receptividade.
Os especialistas ainda reforçam que a habilidade de “ler o ambiente” antes de se pronunciar é essencial. Observar expressões, ritmos e intenções do grupo ajuda a ajustar o tom da fala e aumenta as chances de engajamento.
No mercado de trabalho atual, em que a influência pessoal é uma competência valorizada, dominar essa dinâmica pode ser decisivo. Saber o momento certo de falar — e de ouvir — é o que transforma presença em liderança.
Como diz o ditado por aqui: quem fala bem, abre caminhos; mas quem fala e escuta, constrói pontes.