O Fantástico mostrou no “Código Chinês” como o país, que até os anos 90 tinha ruas lotadas de bicicletas e pouquíssimos carros, hoje produz três vezes mais veículos que os Estados Unidos e aposta em inovações que parecem saídas de ficção científica.
🚘 O salto da indústria
• Nos anos 2000, só ricos e políticos tinham carros. Hoje, são mais de 100 marcas de montadoras locais, contra apenas 13 nos EUA.
• O governo bancou fábricas, forçou joint ventures com estrangeiras e acelerou o aprendizado tecnológico.
• De cópias baratas, passaram a criar designs originais e tecnologias exclusivas.
⚡ A virada elétrica
Sem petróleo suficiente, a China tomou uma decisão estratégica: trocar combustíveis fósseis por eletricidade.
Hoje, são 3,5 milhões de carregadores públicos espalhados pelo país (no Brasil são 12 mil) e 11 milhões somando residenciais. Mais da metade dos carros vendidos em 2024 já eram elétricos.
🛸 O próximo passo: os céus
O futuro já saiu do chão. Montadoras chinesas, muitas estatais, estão testando carros voadores em cidades como Cantão. A previsão: em 2030, 100 mil desses veículos estarão nos ares, fazendo entregas e transportando passageiros.
💸 Guerra comercial
O preço baixo virou problema: enquanto um carro elétrico chinês pode custar R$ 30 mil, nos EUA o mais barato sai a R$ 115 mil.
Donald Trump reagiu com tarifas de até 250% para barrar a entrada dos modelos chineses. Mas a China respondeu com sua carta na manga: as “terras raras”, minérios fundamentais para fabricar motores elétricos. Sem elas, o Ocidente patina.
📌 Resumo da ópera: Da fome e da bicicleta estatal até os carros voadores em produção, a China reinventou seu futuro e colocou o Ocidente no retrovisor.