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Salário Minimo baiano.

Secretário do Ministério do Trabalho propõe salario mínimo baiano. Magno Lavigne propõe Salário Mínimo Baiano como estratégia de justiça social e fortalecimento da economia. A proposta recoloca no centro do debate um tema essencial para o desenvolvimento do estado: a valorização do trabalho como motor da economia.Longe de ser uma ideia abstrata ou ideológica, o […]

Foto: Gabriel Vergani/ EyeEm/Getty Images

Secretário do Ministério do Trabalho propõe salario mínimo baiano.


Magno Lavigne propõe Salário Mínimo Baiano como estratégia de justiça social e fortalecimento da economia.


A proposta recoloca no centro do debate um tema essencial para o desenvolvimento do estado: a valorização do trabalho como motor da economia.
Longe de ser uma ideia abstrata ou ideológica, o salário mínimo regional é um instrumento legal, já adotado por outros estados brasileiros, e que pode ser adaptado à realidade econômica da Bahia com responsabilidade e diálogo social.
Valorização do trabalho e impacto econômico
Na prática, aumentar a renda de quem vive do próprio esforço significa fortalecer o comércio local, os serviços e a economia de bairro. Em um estado como a Bahia, onde grande parte da população depende do consumo interno para gerar renda e empregos, cada real adicional no salário circula rapidamente, movimentando feiras, mercados, transporte e pequenos negócios.
Esse efeito multiplicador é conhecido na economia: dinheiro na mão do trabalhador não fica parado, ele retorna imediatamente para a atividade produtiva.
Uma proposta que exige cuidado e planejamento;
Magno Lavigne tem defendido que a implementação do Salário Mínimo Baiano deve ser feita com base técnica, respeitando as características do estado.

A Bahia possui elevada informalidade e forte presença de micro e pequenas empresas, o que exige um modelo gradual, dialogado e equilibrado.
Experiências de outros estados mostram que o sucesso do piso regional passa por:
Implantação progressiva; diferenciação por setores econômicos e medidas de apoio aos pequenos empregadores
Participação de trabalhadores, empresários e governo no processo.
Com esse cuidado, é possível valorizar o trabalhador sem comprometer a geração de empregos.
Desenvolvimento com justiça social
O maior mérito da iniciativa está em romper com uma lógica histórica que associa salários baixos a competitividade. Economias fortes são aquelas que remuneram melhor o trabalho, estimulam o consumo e reduzem desigualdades.
Ao propor o Salário Mínimo Baiano, Magno Lavigne sinaliza que o desenvolvimento da Bahia passa pela dignidade de quem trabalha, e não apenas por indicadores macroeconômicos distantes da realidade da população.
Um debate necessário para a Bahia
A proposta não é uma solução mágica para todos os problemas sociais, mas é uma ferramenta concreta de política pública, que merece ser debatida com seriedade e responsabilidade.
Colocar o trabalhador no centro das decisões econômicas é um passo fundamental para construir uma Bahia mais justa, dinâmica e socialmente equilibrada.
E esse debate, finalmente, está na mesa.

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