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Trump aposta em acerto com Xi e fala em “boa chance” de acordo iminente

Republicano revelou ainda que pretende visitar a China “no início do próximo ano’, enquanto Xi Jinping deve retribuir a visita em data posterior
Foto: NICOLAS ASFOURI/AFP

Donald Trump vê “boa chance” de fechar acordo com Xi Jinping nesta semana
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que vê uma “boa chance” de fechar um acordo comercial com a China no encontro que terá com o presidente Xi Jinping ainda esta semana.
Durante entrevistas à imprensa, Trump disse que a relação com a China pode dar um salto e que visita ao país foi colocada “no início deste ano-que-vem”.
As negociações vêm após meses de tensão entre as duas maiores potências econômicas do mundo — temas como tarifas sobre produtos chineses, restrições a minérios raros, exportações e segurança tecnológica estão na mesa. O otimismo de Trump surge como tentativa de reverter esse impasse.


O que está em jogo:

  • A China detém forte presença em minérios raros, que são vitais para eletrônicos, carros elétricos e defesa — isso dá a ela poder de barganha.
  • Os EUA, por sua vez, buscam reequilibrar a balança comercial, proteger sua indústria e garantir acesso a tecnologias críticas.
  • Um acordo com Xi poderia significar redução de tarifas, maior cooperação em setores estratégicos e alívio em cadeias globais de produção.
  • Por outro lado, qualquer falha nas negociações pode reabrir hostilidades comerciais, intensificar retaliações e afetar mercados mundo afora.

Por que isso importa pra além dos EUA e China:

  • Brasil, Bahia, Salvador — todo mundo sente: cadeias de produtos, exportações, importações e preços globais dependem desse jogo entre grandes potências.
  • Um bom desfecho pode gerar estabilidade nas trocas comerciais, impulsionar exportações e ampliar mercados para commodities brasileiras.
  • Uma ruptura ou escalada, no entanto, pode provocar aumento de tarifas, mais protecionismo, mais impacto em países emergentes que vivem de exportar ou importar desses blocos.
  • Em suma: o acordo não é apenas “entre dois caras chiques” — ele molda o comércio mundial, afeta emprego, preço de bens, investimento e futuro econômico de muitas nações.

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