O Conselho Curador do FGTS aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (24), novas regras para o programa Minha Casa Minha Vida, ampliando o acesso das famílias e elevando os limites de financiamento dos imóveis.
A medida representa um reforço significativo na política habitacional do governo federal e deve ganhar ainda mais força com a inclusão de recursos do Fundo Social, que já conta com cerca de R$ 31 bilhões destinados ao programa.
📊 Novos limites de renda
Com a atualização, mais famílias passam a se enquadrar nas faixas do programa. Confira como ficaram os novos tetos de renda mensal:
- Faixa 1: de R$ 2.850 → R$ 3.200
- Faixa 2: de R$ 4.700 → R$ 5.000
- Faixa 3: de R$ 8.600 → R$ 9.600
- Faixa 4: de R$ 12.000 → R$ 13.000
A Faixa 4, voltada para a classe média, foi criada recentemente e também foi contemplada com o reajuste.
💰 Nova taxa de juros
Para famílias enquadradas na Faixa 1, foi criada uma nova condição de financiamento:
- Taxa de juros de 4,50% ao ano para rendas entre R$ 2.850,01 e R$ 3.200.
🏠 Teto dos imóveis também sobe
Além da renda, o valor máximo dos imóveis financiáveis também foi ampliado:
- Faixa 3: de R$ 350 mil → R$ 400 mil (+14%)
- Faixa 4: de R$ 500 mil → R$ 600 mil (+20%)
📈 Impacto esperado
As mudanças devem ampliar o alcance do programa, facilitar o acesso ao crédito imobiliário e estimular o setor da construção civil. Com mais famílias elegíveis e valores maiores de financiamento, a expectativa é de aquecimento no mercado e aumento na oferta de moradias.
A reformulação do Minha Casa Minha Vida reforça a estratégia do governo de reduzir o déficit habitacional e ampliar o acesso à casa própria no país.