O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pela perda do cargo do ministro Marco Buzzi após a análise de processo administrativo disciplinar relacionado a acusações de assédio sexual. O magistrado já estava afastado cautelarmente de suas funções enquanto o caso era apurado.
As denúncias que motivaram a investigação vieram a público em 2026 e levaram o tribunal a adotar medidas para apurar as circunstâncias dos episódios relatados. Durante o procedimento, foram analisados depoimentos, documentos e demais elementos reunidos ao longo das investigações.
O afastamento cautelar havia sido determinado anteriormente como forma de preservar a condução das apurações. Posteriormente, o processo disciplinar avançou dentro do tribunal até chegar à análise sobre as consequências administrativas relacionadas às acusações.
Marco Buzzi nega ter cometido qualquer conduta imprópria. Desde o surgimento das primeiras acusações, sua defesa contesta os relatos e sustenta que as denúncias não correspondem aos fatos.
O caso ganhou repercussão nacional por envolver um integrante de uma das mais importantes cortes do Poder Judiciário brasileiro e segue acompanhado diante dos possíveis desdobramentos jurídicos da decisão.