Luiz Carlos Barreto, um dos nomes mais importantes da história do cinema brasileiro, morreu nesta quarta-feira (22), aos 98 anos, no Rio de Janeiro. Conhecido como “Barretão”, ele estava internado e enfrentava problemas de saúde.
Com mais de seis décadas de carreira, Barreto teve papel fundamental na consolidação do cinema nacional e esteve ligado a importantes produções do Cinema Novo. Antes de se dedicar ao audiovisual, trabalhou como jornalista e fotógrafo, experiências que contribuíram para sua trajetória no cinema.
Como produtor, participou de obras que se tornaram clássicos, entre elas “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, “Vidas Secas”, “Terra em Transe”, “Bye Bye Brasil”, “O Quatrilho” e “O Que É Isso, Companheiro?”. Seu trabalho também ajudou a levar produções brasileiras ao reconhecimento internacional.
Ao lado da esposa, a produtora Lucy Barreto, construiu uma das famílias mais influentes do cinema brasileiro. Seu legado atravessa gerações e deixa uma marca profunda na história do audiovisual do país, sendo lembrado como um dos grandes responsáveis pela força e projeção do cinema nacional.